domingo, 8 de julho de 2012

CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


Pauta de Convocação ANSDNPM/SINANGÊNCIAS Mobilização dos Servidores, frente ao Governo
CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA


A Diretoria Executiva da Associação Nacional dos Servidores do DNPM – ANSDNPM, no uso de suas competências estatutárias, constante do Artigo 27, IV, convoca todos os Servidores do DNPM para participarem de Assembléia Geral Extraordinária. Será realizada no dia 10/07/2012, terça-feira às 10h, em todas as Delegacias Estaduais da ANSDNPM e em sua Sede, a fim de deliberar sobre a seguinte pauta:


1. Edital de Convocação do Sinagências; (em anexo)

2. Assuntos Gerais.

A ANSDNPM anexa o “EDITAL DE CONVOCAÇÃO” do Sinagências de Assembleia Geral do DF e Planária Nacional – 09/07 (segunda feira) na Sede da Autarquia.
A ANSDNPM estará presente nessa AG - Assembleia Geral, para acompanhar as Deliberações que forem tomadas pelos Servidores. A nossa posição será tomada em AGE, ora convocada, exceto a Sup/RS, que já antecipou e deliberou pela Operação Padrão, que será a Proposta de Sugestão para aprovação em Brasília e ser seguida pelas Superintendências.
  

Brasília, 06 de julho de 2012.


Antonio Eleutério de Souza
Presidente da ANSDNPM

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Scliar: “Não vamos mais apenas continuar carimbando e assinando”

Brasil Mineral OnLine - 4/7/2012


POLÍTICA MINERAL
Governo nega que pretenda estatizar jazidas

Ao contrário do que foi noticiado recentemente pela imprensa, o governo não pensa em atuar diretamente no setor mineral, através de uma empresa estatal, nem muito menos estatizar jazidas minerais que poderiam ser consideradas de interesse estratégico para o País. Foi o que afirmou o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do MME, Cláudio Scliar, em entrevista exclusiva a Brasil Mineral. “Queremos deixar claro que a CPRM (Serviço Geológico do Brasil) não vai começar a pesquisar e lavrar como se fosse uma Minerobrás. Em momento algum se pensou em estatização do setor, no sentido da criação de empresas. O que se propõe é o controle, para que se possa ter uma melhor condição para aqueles que pretendam fazer investimentos produtivos. Só que, ao invés de pleitear as áreas através de uma disputa meramente cartorial, na qual ganha quem chega primeiro, os interessados terão que disputar essas áreas através de licitação”, feita pela agência reguladora que será criada. A nova regra se aplicaria a todos os bens minerais, com exceção daqueles destinados à construção civil, que continuariam a ser outorgados, inclusive com possibilidade de delegação da outorga a outros entes da federação. O secretário confirmou que, durante a fase de transição, ou seja, enquanto a nova proposta do governo não é aprovada, a emissão de títulos minerários continua a ser feita, porém com um maior rigor na análise. “Não vamos mais apenas continuar carimbando e assinando”. Mas ele ressalvou que os empreendedores que estão dependendo dos títulos para continuidade dos trabalhos “podem ficar tranqüilos, porque de nenhuma maneira o governo quer prejudicar quem pretende produzir”. Porém, a especulação de áreas “não será mais tolerada. Queremos acabar com a cultura do negócio de papel, inclusive como forma de incentivar o investimento”, disse, acrescentando que, atualmente, “o tempo médio entre o requerimento de uma área para pesquisa e o pedido de portaria de lavra é de dez anos”. Quanto aos bens minerais que serão considerados estratégicos na proposta do governo, o secretário afirmou que os mesmos ainda serão definidos pelo futuro CNPM (Conselho Nacional de Política Mineral), adiantando que isto abrange principalmente os metálicos.


Fonte



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Greve dos servidores federais em Mato Grosso atinge 10 órgãos


O comando de greve dos servidores públicos federais informou, esta tarde, que, em Mato Grosso, há adesões dos profissionais do INCRA, SRTE (antiga Delegacia do Trabalho), Ministério da Fazenda (Receita Federal), Ministério da Agricultura, Funasa, DNIT, 9º BEC (Batalhão Engenharia e Construção), Ministério da Saúde, Advogacia Geral União e DNPM (Departamento Nacional Produção Mineral).

A paralisação começou dia 18 de junho. Alguns servidores estão em operação padrão, estado de greve ou greve por tempo indeterminado, informa a assessoria.
A greve da base da Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Federal) que representa 80% dos servidores do Executivo Federal, se soma a paralisação dos professores que já dura mais de um mês e dos administrativos das universidades federais, também parados em todo o Brasil em busca da apresentação de uma proposta concreta para reivindicações apresentadas desde janeiro.
As categorias têm reivindicações diferentes, mas a maioria quer reajuste de 22% dos salários.

NOTA TÉCNICA INFORMATIVA Nº 25/2012 ANSDNPM


PROJETO DE LEI DO MPOG SOBRE ANM
Senhores Servidores do DNPM e Superintendências

A ANSDNPM vem trabalhando, com o apoio técnico do Sinagênicas e coordenando o Estudo solicitado pela Direção Geral do DNPM, para analisar e oferecer sugestões/contribuições aos textos e ao PL que trata da Criação da ANM/MPOG, objeto da Nota Técnica Informativa nº 22/2012 - ANSDNPM, de 14/06/12 e também da Nota Técnica Convocatória nº 01/2012 disponibilizadas no site da Associação e também por email aos nossos colegas Delegados Estaduais da Entidade.

Esclarecemos que conforme divulgado, o GT da Sede analisou as contribuições/sugestões recebidas das Sup/UF (MG, PE, GO, BA, CE, SC, MT, PR, RN, ES e RR) e juntamente com o trabalho da Sede, vem sistematizando documentos: O PL da ANM com as contribuições recebidas e demais posicionamentos, Exposição de Motivos do PL com a Proposta do DNPM, nos moldes de uma Agência Forte, no mínimo igual ao das existentes (ANEL e ANEP) do MME, bem como alternativas e justificativas técnicas e até Jurídicas que possam dar embasamentos ao Ministro Edison Lobão em defender junto a Presidente Dilma Rousseff, a Criação da ANM.

Diante dessas prerrogativas necessárias, o prazo que havíamos previsto para até 28 ou 29 de junho de 2012, não foi suficiente, de modo que estamos trabalhando no GT, para encerrarmos, até na sexta feira próxima (06/07) o Documento final com todas essas considerações citadas.

Na próxima semana estaremos fazendo a entrega oficial do Documento – Projeto de Lei da ANM (Proposta do DNPM) e depois a todos os Senhores Delegados da ANSNDPM, para conhecimento na sua Superintendência e aos seus Servidores locais.

Antecipadamente agradecemos aos Servidores do DNPM pelas suas contribuições apresentadas.

OBS. Prezada Delegada da ANSDNPM de Porto Alegre. Agradecemos as considerações dos Servidores da Sup/RS, inclusive com a posição crítica democraticamente apresentada. As considerações colocadas são e serão importantes e ótimas para o contexto do Documento que estamos elaborando, pois trilham o caminho que nós também observamos nos textos que recebemos e estamos oferecendo propostas firmes, no interesse maior da Instituição, da Mineração Brasileira, dos Servidores da Autarquia e principalmente da sociedade que nos paga. Muito obrigado a todos vocês em especial à colega Delegada Eunice Intini e Karem Cristina.

ANSDNPM


Brasília, 03 de julho de 2012.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Governo interrompe outorgas de mineração-Ibram


Por Sabrina Lorenzi
RIO DE JANEIRO, 14 Jun (Reuters) - O governo brasileiro interrompeu a concessão de novas outorgas de mineração para aguardar o marco regulatório do setor, afirmou nesta quinta-feira o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração.
"A mineração no Brasil está parada porque as outorgas de direitos minerais estão todas suspensas", afirmou José Fernando Coura à Reuters. O marco regulatório da mineração está sendo elaborado pelo governo há pelo menos quatro anos.
"As outorgas estão paradas desde o final do ano passado, início deste ano, mas fomos comunicados formalmente pelo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) há duas semanas", acrescentou.
O Ministério de Minas e Energia elabora estudos que buscam modernizar o código atual do setor, da década de 1960, e aumentar a cobrança de royalties, em movimento que está sendo praticado por vários países produtores de minerais.
Milhares de outorgas estão na fila de aprovação do DNPM, em processo moroso que já provocava reclamação das empresas no final do ano passado.
Procurada pela Reuters, a assessoria de imprensa do DNPM informou que o órgão não comentará o assunto.
O governo planeja criar uma agência reguladora para o setor, e estabelecer prazos exploratórios, leilões de áreas e alíquotas flexíveis de royalties, segundo fontes que acompanham o assunto. Também estão em estudo alíquotas reduzidas para bens processados, para estimular a geração de empregos.
A indústria reclama da demora em se elaborar o novo marco, que será analisado pelo Congresso Nacional.
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/entrevista-governo-interrompe-outorgas-de-mineracao-ibram

segunda-feira, 4 de junho de 2012

DNPM conta com 4 técnicos para fiscalizar mineração em Rondônia e Acre


Além da falta de funcionários, superintendência enfrenta problemas com o sucateamento da sede do órgão em Porto Velho

Responsável pelo setor de mineração nos Estados de Rondônia e Acre, a Superintendência do  Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM), instalada na avenida Lauro Sodré, em Porto Velho, passa por um momento difícil, a começar pela sede do órgão, que mostra claros e preocupantes  indícios de deterioração.  Nos blocos interligados por passarelas onde funciona a superintendência, os funcionários reclamam de falta de treinamento para o trabalho, equipamentos, viaturas e novas contratações. Com a atribuição de fiscalizar lavras legais e ilegais, pesquisar a ocorrência de minérios, emitir licenças de lavras, e também de atender solicitações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal,  quatro funcionários -  um engenheiro de mina e três geólogos –  se desdobram em uma pequena sala, onde centenas de processos ocupam mesas, armários e outros estão depositados no chão.


Com uma importante vocação mineral, com destaque para a cassiterita – considerada o carro chefe do setor mineral no Estado – ouro, diamantes  e outros minerais,Rondônia poderia obter uma boa renda com os royalties que são pagos para a exploração mineral, mas faltam recursos para pesquisas. Outro problema é a legislação do setor – de 1967 – que  está obsoleta. Atualmente, o Marco Regulatório do setor está em elaboração no Ministério do Planejamento, de onde seguirá para avaliação no Congresso Nacional.


Os problemas da sede do DNPM em Porto Velho começam na entrada da sede do órgão. A guarita de segurança está em condições precárias. Os vigilantes precisam abandonar a portaria para usar o banheiro, que fica distante.  Os muros baixos facilitam os assaltos, como o que ocorreu recentemente, de acordo com um dos vigilantes de uma empresa terceirizada que atuava no órgão na última terça-feira.  Funcionários do órgão também reclamam das condições de uso das viaturas. Também recentemente, o veículo de uma equipe de fiscalização perdeu o eixo das rodas no meio da estrada durante uma fiscalização. “Ainda bem que não havia outros veículos na estrada, porque poderia ter acontecido uma tragédia”, relata um técnico.


Rondônia apresenta grande potencial para mineração

Rondônia apresenta vocação para a exploração de minérios metálicos -cassiterita, columbita, ouro, tantalita e wolframita -  e não-metálicos – areia, argilas comuns, calcário rochas (britadas) e rochas ornamentais (granitos e afins), além de água mineral. A extração de cassiterita e ouro marcaram definitivamente a história de Porto Velho e da região de Ariquemes, atraindo milhares de garimpeiros, o que demonstra o seu grande potencial.


Calcula-se que na Terra Indígena de Roosevelt, em Espigão do Oeste, exista uma das maiores reservas de diamantes do mundo. A extração ilegal de pedras preciosas provocou a morte de 29 garimpeiros em 2004 na TI e desde então o garimpo está sob vigilância da Polícia Federal, mas  há notícias de que a exploração continua na região, que  é extensa e coberta pela mata.

Royalties

A exploração de minérios rende royalties que incidem sobre  a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerai (CFEM), calculada sobre o valor do faturamento líquido, obtido por ocasião da venda do produto mineral. As alíquotas variam de acordo com a substância mineral, entre 0,2% e 3%. No caso da cassiterita, a alíquota é de  2%, e do ouro, é de 1%. Do total arrecadado, 65% é destinado ao município produtor, 23% vai para o estado e 125 vai para a União.


Maior produtor de cassiterita do Brasil

O Estado de Rondônia é o principal produtor de cassiterita do Brasil e em 2011 a produção do minério foi de 10.507.881 quilos. O preço do quilo da cassiterita está cotado nesta semana em US$  12,884 ou R$ 25,89, de acordo com o portal da Secretaria Estadual de Finanças (Sefin), do Governo de Rondônia.  A ocorrência de cassiterita foi constatada em Rondônia na década de 1959 e ocorre com maior freqüência nos garimpos de Bom Futuro, Santa Bárbara, Massangana e Cachoeirinha, nos municípios de Ariquemes, Campo Novo, Itapuã do Oeste, Monte Negro e Rio Crespo.  A exploração é feita por grandes empresas.


De acordo com o chefe do Serviço de Planejamento e Desenvolvimento da Mineração do DNPM, Antônio Teotonio de Souza Neto, com o advento das UHEs do Madeira, as vendas dos minerais usados na construção civil em Rondônia  cresceram  41,9% em 2009, comparando com o ano anterior, e 57,1% no ano d 2010 em relação aos valores comercializados em 2009. A arrecadação da CFEM teve um aumento de 67,5% em 2010 em relação ao ano anterior.

O DNPM em Rondônia está realizando pesquisas para a exploração do manganês em Espigão do Oeste. O órgão conta com diversos requerimentos de pessoas interessadas na produção e uma lavra em explotação, com classificação de Minperio de Pirolusita, com alto teor de MnO2, considerado como um dos melhores do mundo. E Ariquemes, estão sendo investidos recursos em empresas de fundição de estanho, que agregam mais valor ao produto.


Exploração ilegal de ouro

Em abril deste ano, o Batalhão da Polícia Ambiental (BPA) encaminhou à Polícia Federal 13 garimpeiros flagranteados  por extração ilegal de ouro e usurpação de bens da União  nas regiões do Alto e Baixo Madeira e em um garimpo de terra que estava sendo explorado na localidade de Tabajara, município de Machadinho, nas proximidades do rio Machado.

Durante a operação foram emitidos 40 autos de paralisação na região compreendida entre Porto Velho e Calama e no trecho do Madeira que vai da cachoeira de Teotônio até a balsa do Abunã.   Foram aplicadas multas no valor de R$ 166 mil. e apreendidos bens materiais no valor de R$ 5 milhões e 600 mil. A operação atendeu a uma solicitação do  Ministério Público Federal.  O volume de ouro explorado legalmente em Rondônia em 2011 foi de 204 quilos e 375 gramas.


Minaccop

A Cooperativa dos Garimpeiros, Mineração e Agroflorestal – Minaccop – denuncia que em Rondônia há a atuação de garimpeiros ilegais dentro de uma lavra  outorgada para a entidade na região de Abunã. A lavra tem 10 mil hectares e a cooperativa travou uma longa batalha para conseguir a licença de exploração, principalmente por se tratar de uma região de fronteira, o que exigiu uma licença especial do Conselho Nacional de Defesa.  Segundo o presidente da Minaccop,  Washintong Charles Cordeiro,dos 528 sócios da cooperativa, apenas 92 estão pagando as taxas devidas para a entidade. Para Cordeiro, os inadimplentes são considerados ilegais. Já o chefe do Serviço de Planejamento e Desenvolvimento da Mineração do DNPM, Antônio Teotonio de Souza Neto, afirma que este é um problema da Minacoop, que é quem deve controlar a produção de seus associados.


Cordeiro explica que a manutenção da lavra exige o pagamento de uma despesa mensal  de R$ 42 mil por mês, referentes a taxas ambientais, custos operacionais, e o pagamento de uma equipe multidisciplinar formada por geólogos, engenheiros de mina, biólogos, engenheiros florestais e  advogados. “A produção estimada da lavra é de 100 quilos de ouro por mês e desta cerca de 80 quilos por mês são roubados”, afirma ele.


Em fevereiro deste ano, foram fechadas duas casas de venda de ouro em Porto Velho, que seriam operadoras da maior parte da produção de ouro ilegal extraído do rio Madeira e comercializado na Bolívia. Segundo Cordeiro, do montante de 400 quilos de ouro que seriam extraídos dos garimpos do Belmonte, nos arredores de Porto Velho, pelo menos 60% da produção seria originária das áreas outorgadas à Minacoop e parte de uma segunda entidade classista cooperada. A produção estaria sendo comercializada na Bolívia sem Nota Fiscal e enviada para centros financeiros uruguaios.


Prejuízos

A extração ilegal de minério, como o ouro, provoca graves prejuízos ambientais. Os garimpos feitos em terra deixam grandes crateras no solo, alterando profundamente a paisagem. Já a extração na água favorece o assoreamento dos rios, o que afeta a navegação, entre outros problemas. A população que vive no entorno dos garimpos também é afetada pela atividade ilegal. Além de todos estes prejuízos sociais e ambientais há ainda um prejuízo para o País, em que toda a população é lesada, já que os minérios são propriedade da União e só podem ser explorados em lavras licenciadas.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

A FCDNPM É NOSSA!

NOTA TÉCNICA ESPECIAL Nº 02/2012 ANSDNPM

por ANSDNPM última modificação 28/05/2012 10:45
A FCDNPM É NOSSA!
Conforme é do conhecimento de todos os servidores, a ANSDNPM, preocupada com indicação de pessoas de fora do DNPM para ocupar FCDNPM, privativa de Servidores do quadro, mandou confeccionar uma faixa na qual chama atenção de nossos Dirigentes sobre a questão. O que ocasionou a marcação de uma reunião por parte do Diretor de Gestão Administrativa do DNPM/DGADM, Senhor Alex Fabiani Ferreira de Sá, reunião esta que fora realizada na ultima sexta feira (25/05).

Estiveram presentes à reunião a Vice-Presidente em exercício, e Diretores da Associação, Advogadas e Diretores do SINAGÊNCIAS, o Diretor de Gestão Administrativa, seus Assessores e convidados.

Ao abrir a reunião, foi feita a apresentação de todos os presentes e após esta o Diretor de Gestão Administrativa o perguntou o por que do movimento em relação às FCDNPM e obteve como resposta: “diante da comunicação de que haveria uma indicação, de pessoa estranha ao DNPM, para ocupar a citada Função, a Associação chamou a atenção dos Dirigentes do DNPM, sobre a questão,  por meio da faixa que foi colocada, justamente na entrada da garagem, passagem dos Dirigentes desta Casa, fato que provocou esta reunião, o senhor deve ter algo a nos informar”.

O Diretor, com aspecto bastante tenso nos disse que não teria feito isso, sem antes consultar o MPOG e a PROJU/DNPM, oportunidade em que, representantes do SINAGÊNCIAS indagou sobre a formalidade de tais consultas e o mesmo afirmou que estas não existiam. Dando continuidade às justificativas afirmou que havia indicado um Delegado da Polícia Civil do DF, mas que estava providenciando mais DAS’s junto ao Senador Gim Argelo.

Novamente foi questionado da seguinte forma: “Conforme o senhor mesmo disse é muito novo no DNPM, Por que não dar o cargo a um servidor do quadro? Porque não apostar na capacidade dos servidores do quadro? Porque não valorizar o pessoal do quadro?”.

 Respondeu com certa concordância, pois poderia utilizar o FCDNPM sem problemas.

Considerando que o Diretor havia se conscientizado de que a posição acertada será criar mais DAS’s e não utilizar FCDNPM para pessoas não pertencentes ao quadro do DNPM, a Vice Presidente em exercício da ANSDNPM fez a seguinte colocação:

“O Senhor está dizendo que caso insista em colocar o seu amigo, Policial Civil do GDF, para ocupar cargo na Administração este será por meio de DAS e não FCDNPM” O mesmo concordou e a Vice Presidente deu por atingido o objetivo da Associação e a reunião foi encerrada.

Att,

Maria Fátima da Silva Costa
Vice Presidente da ANSDNPM


Brasília, 28 de maio de 2012